Em um mercado educacional de concorrência tão acirrada, como o das Instituições de Ensino Superior (IES) privadas, apostar em estratégias de gestão a fim de garantir competitividade junto à concorrência torna-se fundamental à rotina de qualquer administrador.

No entanto, interpretar os indicadores do MEC em sua base de dados online não é tarefa tão simples, especialmente na hora de se comparar com IES de perfil similar. Por isso, o Resultado Enade é uma ferramenta que surge como um divisor de águas. A ideia é auxiliar os gestores na criação de estratégias competitivas, a partir da análise do desempenho da instituição de ensino perante os indicadores do MEC e outras instituições.

De acordo com o Censo da Educação Superior 2016, das 2.407 IES brasileiras, 2.111 são instituições privadas, o que corresponde a 87,70% do total. Considerando o universo de IES, um número chama a atenção: as universidades representam apenas 8,2% do total de instituições, mas concentram 53,7% das matrículas. O restante (46,3%) é dividido entre faculdades, centros universitários e escolas técnicas, o que reafirma a concorrência existente entre as instituições privadas de médio e pequeno porte.

Para uma melhor compreensão de como o Resultado Enade pode contribuir para a tomada de decisão na sua IES, neste post vamos oferecer a você, gestor, um panorama da importância da análise de dados do MEC.

Também, enfatizaremos como a leitura comparativa desses indicadores e o benchmarking institucional podem impulsionar estratégias que lhe permitam ganhar vantagem competitiva diante de concorrência tão acirrada e em meio a um mercado em constante transformação.

Acompanhe!

Veja os principais indicadores de qualidade da educação superior

Os indicadores de qualidade são o termômetro utilizado pelo MEC para atestar o grau de excelência das IES brasileiras, tanto em nível institucional como em excelência da educação. Eles se baseiam nos resultados do Enade e nos demais insumos presentes nas bases de dados do ministério.

Para tanto, utilizam metodologia aprovada pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), de acordo com os parâmetros determinados na Lei n°10.861/04.

Conforme estabelece o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), autarquia responsável pelo processo avaliativo, cada um dos indicadores determina uma frente de avaliação. São elas:

  1. Cursos superiores: Conceito Preliminar de Curso (CPC);
  2. IES: Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC);
  3. Desempenho estudantil: Enade.

Por meio desses indicadores, o MEC atesta se as IES estão aptas ao recredenciamento e à renovação do reconhecimento dos cursos examinados. Além disso, avalia o grau de qualidade pedagógica, aspectos estruturais e como é o desempenho do aluno no contexto de aprendizado, levando-se em conta seu histórico educacional.

A avaliação acontece em um ciclo determinado pelo SINAES e compreende autoavaliação, avaliação externa e avaliação dos cursos de graduação e dos programas de cursos sequenciais, dentro de ciclos avaliativos (Decreto 5.773/06).

As IES com melhores colocações entram para um ranking divulgado pelo MEC e esse posicionamento se torna importante referencial para nortear a escolha de estudantes por determinado curso ou instituição. O conceito do MEC também influencia outros rankings universitários, como o RUF (Ranking Universitário Folha) — tido como um dos mais importantes do país.

Entenda o que revelam os principais indicadores

Conceito Enade

Para falar sobre o Conceito Enade é preciso compreender como funciona o exame. O Enade é um dos pilares do SINAES e soma-se aos processos de avaliação dos cursos de graduação e das instituições.

Juntas, essas avaliações formam um tripé que possibilita compreender de forma profunda o funcionamento das IES e de seus cursos. Componente curricular obrigatório para emissão do diploma de graduação, o processo avaliativo do Enade é formado por dois instrumentos de participação compulsória: a prova escrita e o Questionário do Estudante.

Por meio do Enade, o MEC deseja saber como está sendo o desempenho dos estudantes em face dos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares de seus cursos, bem como o desenvolvimento de habilidades decorrentes da evolução do conhecimento.

O exame também procura aferir as competências dos estudantes para a compreensão de temas extrínsecos à sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento (nota técnica do INEP 12/2017).

A prova escrita é composta por duas partes, que, juntas, resultam na nota do estudante. São elas:

  • Formação Geral (FG): 10 questões (8 de múltipla escolha e 2 discursivas) evidenciam uma perspectiva crítica sobre temas importantes à realidade contemporânea, transcendendo a formação profissional. Além disso, avaliam a capacidade de organização textual de acordo com a norma culta e a habilidade de construção argumentativa contextualizada por parte dos estudantes. A FG corresponde a 25% da nota do aluno.
  • Componente Específico (CE): 30 questões (27 de múltipla escolha e 3 discursivas) exploram particularidades de cada área, tanto em relação ao domínio do conhecimento quanto das habilidades esperadas para o futuro profissional, utilizando-se de diferentes níveis de complexidade para a abordagem desses conteúdos. O CE equivale a 75% da nota do estudante.

Docentes da educação superior com larga experiência nas áreas avaliadas, provenientes de instituições públicas e privadas das cinco regiões do país, são os responsáveis pela definição das diretrizes do exame. E a revisão técnico-pedagógica da prova também tem a participação de um time de docentes dessas mesmas áreas, escolhidos por meio de edital de chamada pública a partir do Banco Nacional de Itens.

Questionário do Estudante

Para ser considerada uma participação efetiva no Enade, os concluintes devem preencher online o Questionário do Estudante. Por meio dele, o MEC deseja identificar o perfil socioeconômico e as características educacionais dos participantes até o ensino médio. Além disso, os estudantes oferecem sua ótica para elementos concernentes ao curso avaliado, às oportunidades oferecidas para sua formação acadêmica e profissional e à própria estrutura da IES onde está matriculado.

Em linhas gerais, os concluintes atribuem uma nota (aprovando ou reprovando) os seguintes aspectos:

  • corpo docente;
  • infraestrutura para os cursos;
  • instalações físicas da instituição de ensino superior;
  • oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional;
  • organização didático-pedagógica;
  • uso de tecnologias.

Os resultados do Enade fornecem insumos indispensáveis ao cálculo dos demais indicadores de qualidade da educação superior: o Conceito Preliminar de Curso (CPC), o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) e o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD).

Ter um alto desempenho nesses indicadores é um trunfo para as IES, pois eles corroboram a reputação institucional perante a sociedade e o mercado. O aluno, por sua vez, tem seu diploma valorizado, já que este foi conferido por uma instituição que comprovadamente preza pela qualidade — além de isso ser motivo de orgulho para o futuro profissional, pois carregar a chancela de uma instituição de ensino superior de excelência favorece a visibilidade no mercado de trabalho.

Conceito Preliminar de Curso (CPC)

De acordo com a nota técnica 38/17 do INEP, o CPC é uma medida de qualidade constituída de oito componentes agrupados em quatro dimensões. É destinado a avaliar diferentes aspectos relativos aos cursos de graduação. São eles:

  • desempenho dos estudantes;
  • valor agregado pelo processo formativo oferecido pelo curso;
  • corpo docente;
  • condições da IES para o desenvolvimento do processo formativo.

Para o cálculo do CPC, é necessário que o curso tenha no mínimo 2 estudantes concluintes participando do Enade. Cursos que não atendem a esse critério ficam na condição “Sem Conceito (SC)”. A equação utiliza as seguintes informações:

  • nota dos estudantes concluintes no Enade;
  • nota do Indicador de Diferença entre o Desempenho Observado e Esperado (IDD);
  • número e proporção de mestres;
  • número e proporção de doutores;
  • número e proporção de professores que trabalham em regime parcial ou integral;
  • nota média de organização didático-pedagógica, obtida com o Questionário do Estudante;
  • nota média de infraestrutura e instalações, obtida com o Questionário do Estudante;
  • nota média de oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional, obtida com o Questionário do Estudante.

Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC)

Esse indicador tem o objetivo de expressar o nível de qualidade dos cursos de graduação, de mestrado e de doutorado de cada IES, considerando a totalidade de campi e municípios de atuação.

Segundo o INEP (nota técnica 39/2017), trata-se de uma média ponderada que envolve as notas contínuas do CPC e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) dos cursos de programas de pós-graduação stricto sensu. No caso de mestrado e doutorado acadêmico e mestrado profissional, as avaliações são realizadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

O cálculo do IGC toma por base as seguintes informações:

  • notas do CPC no último triênio;
  • número de matrículas do curso de graduação (estudantes cursando ou formando no ano de referência do CPC);
  • conceitos da CAPES atribuídos aos cursos de mestrado e doutorado para programas de pós-graduação reconhecidos e recomendados;
  • número de alunos matriculados em cursos de mestrado e doutorado (cursando ou titulados).

Para que o IGC seja calculado, cada IES precisa ter pelo menos um curso com alunos concluintes inscritos no Enade dentro do triênio de referência. Além disso, é indispensável que tenha sido possível calcular o CPC dos respectivos cursos.

Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD)

O objetivo do IDD é medir o valor agregado pelos concluintes ao longo do período da realização do curso avaliado. Para isso, leva em consideração o desempenho no Enade e as características de aprendizagem individuais na época do ingresso no curso em questão.

Para o cálculo do IDD, são levados em consideração os seguintes quesitos (nota técnica 33/2017) para cada curso avaliado:

  • número de concluintes que participaram do Enade;
  • desempenho geral dos concluintes no Enade;
  • desempenho geral dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas áreas de Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Códigos, Matemática e suas Tecnologias;
  • número de concluintes que participaram do Enade com nota recuperada para cálculo do IDD.

Resultado Enade e a comparação de indicadores

Analisar uma quantidade tão densa de dados contidos nos indicadores do MEC e do INEP é uma tarefa complexa para a gestão. Porém, realizar uma leitura superficial é um erro grave, que pode colocar a competitividade e a reputação de sua IES em risco.

A fim de facilitar esse trabalho e contribuir para uma tomada de decisão eficaz, a Editora Saraiva e o AppProva desenvolveram a ferramenta gratuita Resultado Enade, por entenderem que um gestor precisa acessar as informações mais relevantes de sua IES de forma prática e direta.

Em posse dos dados, cada instituição de ensino superior tem condições de observar com clareza seus pontos fracos e fortes e priorizar medidas e estratégias que, ao mesmo tempo, elevem o grau de excelência do ensino e corrijam problemas de ordem acadêmica e administrativa. Além disso, esses indicadores de qualidade podem auxiliar na construção de um planejamento de investimentos na instituição e de ações de marketing e de captação de alunos.

Além disso, um diferencial do Resultado Enade é que todos os conceitos obtidos por sua instituição de ensino superior podem ser comparados com a concorrência, facilitando enxergar a real qualidade do ensino e como está a oferta de outras instituições de perfil similar.

Essa ferramenta inovadora pode servir de base para diferentes metodologias e aumentar a eficiência da instituição, sobretudo em relação ao desempenho da concorrência. Entre as inúmeras estratégias que podem contar com o auxílio do Resultado Enade para garantir e ampliar a competitividade de sua instituição está o benchmarking.

Vamos conhecer um pouco mais sobre essa prática recorrente em corporações de peso ao redor do mundo?

O benchmarking e a educação superior

Avaliação comparativa, padrão de desempenho, ponto de referência. As traduções para o termo benchmarking são inúmeras. Contudo, uma das definições mais completas pode ser atribuída à Fundação Nacional de Qualidade (FNQ):

“É um método para comparar o desempenho de algum processo, prática de gestão ou produto da organização com o de um processo, prática ou produto similar que esteja sendo executado de forma mais eficiente, na própria ou em outra organização, visando a entender as razões do desempenho superior, adaptar à realidade da organização e implementar melhorias significativas.”

Em outras palavras, benchmarking significa buscar melhorias analisando as melhores práticas do mercado e comparando o próprio desempenho com o de outras organizações. Observar práticas inovadoras em determinados setores, nos cursos e até mesmo no campus de sua IES pode contribuir para uma melhor atuação institucional.

Por essa razão, o benchmarking figura entre as estratégias de gestão mais relevantes para sua IES alcançar superioridade em relação à concorrência. Mas é preciso ter uma ideia em mente: sempre haverá outras organizações que possuem mais experiência ou desempenham com mais eficiência determinados serviços em relação à sua organização.

Sendo assim, é importante não ignorá-las, e sim observá-las com atenção. O benchmarking pode te auxiliar a aprender com elas e a verificar quais práticas podem ser implantadas ou adaptadas às peculiaridades de sua IES. E um detalhe: isso não significa copiar processos que funcionam, e sim compreendê-los, a fim de encontrar fatores-chave para o aumento exponencial de sua competitividade.

Conheça agora alguns dos principais tipos de benchmarking perfeitamente aplicáveis ao mercado educacional.

Benchmarking interno

Esse tipo de benchmarking acontece dentro da própria instituição de ensino, com o objetivo de identificar as melhores práticas e disseminá-las por todos os setores, especialmente quando há diversas unidades, as quais podem servir de exemplo de comparação. Ademais, é tanto uma forma de busca de melhorias, quanto uma oportunidade de autoconhecimento (Carvalho; Martins; Santos, 2010).

Entre as principais vantagens de utilização do benchmarking interno está a praticidade de conseguir informações fidedignas e ter um baixo custo, já que acontece na própria organização. Além disso, essa prática favorece o contínuo aprimoramento dos processos internos e possibilita que os recursos já existentes na instituição sejam utilizados em favor da competitividade.

Indiretamente, o benchmarking também agrega outros pontos importantes para o clima organizacional, como a valorização pessoal e o fortalecimento da comunicação interna (Siqueira, s/d).

Benchmarking competitivo

Esse é o tipo de benchmarking mais conhecido. Como o próprio nome sugere, orienta ações para detectar as práticas e os comportamentos que estão gerando melhor desempenho à concorrência no desafio de se manter à frente. A principal vantagem do benchmarking competitivo para sua instituição de ensino superior é a possibilidade de aprender com a concorrência, o que possibilita superá-la e ter posicionamento de maior destaque no mercado (Carvalho; Martins; Santos, 2010).

Para tanto, é necessário identificar quais áreas ou funções você deseja melhorar em sua instituição. A partir daí, é possível escolher um concorrente e traçar um planejamento de coleta de informações. Como o grande desafio é vencer as barreiras do concorrente e entrar em seu território, uma saída é buscar consultorias educacionais especializadas em benchmarking.

Benchmarking funcional

Na prática do benchmarking funcional, o objetivo é identificar técnicas de sucesso em instituições tidas como excelentes, mas não necessariamente concorrentes. O que importa é o quanto os procedimentos realizados por elas são relevantes para sua IES. Segundo essa perspectiva, qualquer processo realizado por outra organização de interesse pode servir de parâmetro para possíveis melhorias (Carvalho; Martins; Santos, 2010).

Nesse caso, o tipo de serviço ou produto que uma organização oferece não é um fator excludente para o benchmarking. A ideia é avaliar como processos similares, sobretudo com relação às tecnologias utilizadas, podem ser melhorados, independentemente do segmento de atuação.

Por exemplo, se uma empresa de marketing multinível (como Avon e Tupperware) oferece treinamento de equipes por meio de um avançado ambiente virtual de aprendizagem, sua IES pode observar os recursos existentes na plataforma de ensino daquela empresa, a fim de melhor sua infraestrutura para cursos de educação a distância.

Benchmarking de cooperação

Nessa forma de benchmarking, duas organizações trabalham em parceria e compartilham informações sobre suas práticas. Outra maneira é quando uma empresa modelo aceita demonstrar seus processos para que outra de menor porte aprenda com ela. Normalmente, esse caso se dá quando as empresas não são concorrentes e apresentam distintos pontos de excelência, ou quando uma delas aceita abrir esse conhecimento em razão de interesses próprios, como prestígio e notoriedade (Endeavor Brasil, 2015).

Um exemplo é o caso de duas universidades internacionais com diferentes pontos de excelência que se juntam para servir de referência para o mercado. Elas abrem suas portas e apresentam novas tecnologias, procedimentos e métodos de sucesso para que essas práticas representem uma evolução no mercado. Indiretamente, elas ganham maior visibilidade em sua atuação.

Utilizar o benchmarking como ferramenta estratégica de gestão em sua IES significa abandonar velhos paradigmas e aceitar que a aprendizagem é fundamental para aumentar os níveis de desempenho.

Isso significa autoavaliar-se e identificar forças propulsoras da qualidade dentro de sua organização, valorizando o capital humano, recursos e técnicas que estão dando certo. Mas também é preciso olhar para fora de suas fronteiras geográficas e examinar como outras instituições conseguem atingir seus níveis de desempenho, buscando compreender os processos que elas utilizam. Em qualquer caso, o benchmarking se trata essencialmente de conhecer o que está por trás da excelência.

“Quando as lições extraídas de um exercício de benchmarking são aplicadas devidamente, facilitam a melhoria do desempenho em funções críticas de uma organização ou em áreas-chave do ambiente empresarial.” (O’Reagain e Keegan, Benchmarking in Europe, 2000).

Um dos pontos cruciais de uma gestão eficiente na educação superior é a habilidade de desenhar caminhos de acordo com o perfil de serviço institucional, as ofertas de cursos e o público estudantil, tendo clareza de onde estão os pontos de força e fraquezas, tanto de sua IES e quanto dos concorrentes diretos.

Em função disso, fazer uma análise comparativa dos conceitos do MEC torna-se indispensável à confirmação dos segmentos em que sua instituição assume a liderança no mercado, mas também para a avaliação de quais aspectos demandam novas estratégias.

O mesmo vale em relação à concorrência. Por esse motivo, o Resultado Enade é uma ferramenta eficaz. Você visualiza os conceitos do MEC com praticidade, observa os resultados da concorrência, se autoavalia e percebe em quais aspectos precisa focar novas decisões para fortalecer o desempenho. Sendo uma alternativa gratuita, melhor ainda!

Então, não custa nada experimentar. Tome essa iniciativa e eleve o status de sua IES no mercado educacional. Acesse agora o site do Resultado Enade e veja como sua instituição se comporta.